Monografias

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Título Qual o gênero do Supremo? Diálogo institucional nas sabatinas para o STF, poder e profissionalismo
Autor Heloisa Bianquini Araújo
Ano 2015
Orientador Luciana de Oliveira Ramos
Palavras-chave Supremo Tribunal Federal; Senado Federal; sabatinas; nomeação de ministros; interação entre Poderes; profissionalismo.
Acórdãos citados Foram utilizadas as sabatinas dos ministros e ministras Ellen Gracie, Gilmar Mendes, Cezar Peluso, Ayres Britto, Joaquim Barbosa, Eros Grau, Ricardo Lewandowski, Carmen Lúcia, Menezes Direito, Dias Toffoli, Luiz Fux, Rosa Weber, Teori Zavascki, Roberto Barroso e Edson Fachin. Elas podem ser encontradas no site da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal (http://legis.senado.leg.br/comissoes/comissao?0&codcol=34), por meio da pesquisa por data das reuniões realizadas pela Comissão.
Banca Examinadora Luciana Ramos e Luciana Reis
Resumo da Monografia


Esta monografia analisa as sabatinas realizadas pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal dentro do processo de nomeação para o cargo de ministro/a do Supremo Tribunal Federal. Seu objetivo é responder qual é o panorama das sabatinas, e se nelas há ideologias sexistas e profissionalistas, tanto por parte dos/as senadores/as quanto por parte dos/as candidatos/as ao cargo. Os critérios de análise utilizados para tanto foram (a) os temas invocados pelas perguntas realizadas em cada sabatina e (b) análise discursiva das falas de senadores/as e de candidatos/as a ministro/a. Os principais resultados encontrados foram a existência de concepções profissionalistas por parte de senadores e senadores nas sabatinas, as quais desfavoreceram os candidatos a ministro vistos como mais comprometidos politicamente, e a existência de um apagamento de gênero na arguição da ministra Rosa Weber, em comparação aos outros ministros e às ministras que foram sabatinadas anteriormente.