A EFp possui três cursos. Nas Oficinas de Jurisprudência, são debatidos temas polêmicos de jurisdição constitucional e políticas públicas, sobretudo a partir de julgados do Supremo Tribunal Federal e Cortes Superiores. Nas Oficinas de Pesquisa, são exercitadas metodologias de pesquisa, aplicadas ao direito. No Laboratório de Pesquisa em Direito Público, são feitas discussões aprofundadas em metodologia que auxiliam os alunos na elaboração de suas monografias sob ponto de vista prático. Os cursos são conduzidos por ex-alunos e colaboradores da EFp na forma de debate, sendo os alunos atuais seus protagonistas.
Os cursos são distribuídos em dois encontros semanais, às quartas e sextas-feiras, pela parte da tarde, e demandam leitura prévia obrigatória. O ano intenso de estudo se encerra com a apresentação de monografia elaborada individualmente pelos alunos, com foco em jurisdição constitucional.
A EFp possui parcerias de conteúdo com diversos programas de pesquisa.
Na FGV Direito SP, com Supremo em Pauta, Centro de Ensino e Pesquisa em Inovação, Coordenadoria de Pesquisa Jurídica Aplicada (CPJA), Mestrado Acadêmico e Núcleo Público.
Na Faculdade de Direito da USP, com Departamento de Direito do Estado e Observatório do Controle da Administração Pública.
A conexão da EFp com eles confere a seus alunos a oportunidade de tomar contato com conteúdos e realidades diferentes e de colaborar com projetos de pesquisa mais amplos e coletivos. Gera sinergia entre pesquisadores e pesquisas (individuais e coletivas), contribuindo para tornar a experiência EFp ainda mais instigante e plural.
A Comissão de Diversidade Racial é uma iniciativa formada por ex-alunos e ex-alunas da Escola de Formação Pública (EFp), dedicada à promoção da diversidade racial e à ampliação do acesso de pessoas negras e de pessoas que cursaram a educação básica em escolas públicas ao Programa.
Desde 2019, a CDR contribui para os processos seletivos da EFp em diferentes frentes: colabora na adaptação de suas etapas, organiza voluntários que atuam como mentores de candidatos na elaboração do ensaio da segunda fase, realiza encontros periódicos para esclarecer dúvidas e promove reflexões sobre temas relevantes para a equipe avaliadora. A Comissão sempre contribui para um processo seletivo mais inclusivo e para uma Escola cada vez mais plural, diversa e representativa.